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BREVE HISTÓRIA DO TABACO

A planta do tabaco, Nicotiana Tabacum, é originária do continente americano onde se crê ter sido inicialmente cultivada pelos indígenas da zona da América Central –  atualmente denominado por Andes Bolivianos – e posteriormente transportado para o resto do continente devido às migrações de nativos americanos, sobretudo da comunidade indígena Tupi-Guarani.

O nome Nicotiana deve-se ao embaixador francês Jean Nicot que introduziu o produto em França, e o nome Tabacum acredita-se que se deva ao tubo em forma de Y, por onde os nativos aspiravam o fumo da erva, tubo esse denominado por Taino (tabaco).

Registos históricos remetem para os Diários de Bordo de Cristóvão Colombo, em 1492, onde se descrevem índios que aspiram fumo em rituais de caráter sagrado e de origem mítica.

Em 1530,  a planta do tabaco foi levada para a Europa pelos Portugueses, aquando dos Descobrimentos, e cultivada em terras da Família Real. O seu sucesso foi enorme pois acreditava-se que possuía características medicinais.

Em 1560, Jean Nicot enviou a Catarina de Médici, Rainha de França, a planta do tabaco com o intuito de a ajudar a combater as graves dores de cabeça de que padecia. A rainha e os nobres da sua corte rapidamente ganharam o hábito de fumar, sendo este hábito difundido por toda a Europa, iniciando-se assim o mercado do tabaco em pó.

Em 1585, o tabaco foi introduzido em Inglaterra pelo corsário inglês Sir Francis Drake. Depois, com o navegador inglês, Sir Walter Raleigh, durante o reinado da Rainha  Elisabeth, foi introduzido o uso do cachimbo que depressa se difundiu pelo mundo.

Apesar do grande sucesso do tabaco pela Europa e América, os primeiros registos do uso de cigarro são datados apenas de 1840.

A cultura do tabaco tornou-se a primeira agricultura não-alimentícia do mundo.

 

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Indústria Tabaqueira S.A.